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Uma musiquinha para alegrar o dia

"Imagine me and you...I do!
I think about you day and night
It´s only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together.."

Happy Together - The Turtles
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Os perigosos malabaristas

Caros petianos, não costumo acreditar nesse tipo de história, para mim não passam de lendas urbanas, mas isso é sério. Cuidado livinha, camila, jorge, fernanda e ricardo (quando está pobre de dinheiro e rico de carro).
Tenham muito cuidado ao parar nos semáforos que tem aqueles malabaristas com fogo, pois enquanto vcs estão assistindo ao show um outro malabarista vem por trás e arremessa um coquetel molotov no capo do carro. No momento em que então você, com o carro em chamas, sai correndo desesperado aparece um terceiro malabarista e joga um chimpanzé adestrado dentro do seu automóvel,este chimpanzé rouba o som e o que mais tiver dentro do veiculo.
Depois disso dois falcões peruanos de caça ficam dando rasante sobre a sua cabeça,te distraindo, enquanto eles fogem num patinete motorizado verde musgo cantando "My funny valentine" de Chat Baker.. Isso não é um filme de Tim Burton.
Por favor, divulguem esta mensagem para o máximo de pessoas possíveis para que elas se previnam destes perigosíssimos delinquentes!!
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Fim do ano chegando... e é sempre a mesma coisa: chuva de mensagenzinhas sentimentalóides em cartõezinhos pra lá de piegas. Bom... aqui vai mais uma. Eu sei que isso aqui não é um cartão estampado com um boneco de neve com um cachecol verde e vermelho no pescoço, mas acho que dá pro gasto!

Por rirem das minhas piadas sem graça, por me fazerem rir de piadas mais sem graça que as minhas; pelas discussões acaloradas e também pelas mornas; pelos momentos de trabalho e de stress e pelos de descontração. Pelos jogos inventados (Ricardo, o do dicionário de filosofia é melhor que o da água). Por Guarajuba, por Moreré e até por Stella. Por Shusterman, por Eco (mesmo que isso fira G.E.), por Pareyson, não por Jauss.
Pelos Beatles (And so marry christmas) e pelos Stones, pelos Ramones, (tudo bem Jorginho) e também pelo Maiden!
Pelo Animapet, por Mr. Navarro, pelo Peteleco.
Na verdade eu só queria agradecer a todos pelo ano fantástico que passei ao lado de vocês. Por todos vocês serem fantárdigos!
Acho que vou chorar!

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Template provisório, pessoal. Vai ficar aqui enquanto trabalhamos no nosso super-mega-template-petcom-turbo.
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Porra de nostalgia, bons tempos eram os meus que não tinha esse negócio de nostalgia.

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A decadência de um mito

Confesso que quando vi Matrix pela primeira vez pensei Ter presenciado um acontecimento que marcaria minha época, algo como Woodstock foi para os hippies. Achava que algo de revolucionário tinha passado diante de meus olhos. Um filme que misturava elementos de ficção científica, suspense, thriller e filme noir isso tudo em um universo inimaginável até intão. O primeiro filme se sustenta com base algumas tensões que ao serem resolvidas apenas criam outras tensões, mais irresolvíveis ainda.

Se no começo do filme Mr. Anderson se perguntava “quem é Morpheus?” (e nós achavamos que estávamos diante de um filme de espiões com conspirações), ela se transforma para “o mundo é real?“ , ”o que é a Matrix?”, “eu sou o predestinado?”, “existe Zion?” o que nos conduz pouco a pouco a uma trama engenhosa e irresolvível. Nenhum personagem tem certeza de nada, tudo gira em torno na incerteza e da utopia de mudar o mundo. A dúvida é a chave do filme.

As continuações de Matrix se propunham exatamente resolver esses problemas e solucionar as dúvidas. Entretanto, se sabemos tudo sobre o universo de Matrix, qual é a graça dele? Enquanto o primeiro filme mexeu com nossos nervos, e com nossa compreenção de mundo, os outros dois só soaram como uma mistura de filosófiade butiquim, kung-fu e star wars. Matrix se tornou uma paródia dele mesmo. O sóbrio, e as vezes, preto usado pelo grupo de Morpheus e Neo e pelos agentes é trocado por um arco-íris de cores usados por uma miriade de personagem. Tentaram fazer de Matrix um épico, mas ele só se sustenta como um suspense psicológico.

Se alguém um dia já teve medo da influencia de Matrix nas gereções mais jovens, pode ficar tranquilo. As dúvidas se deciparam, o mito se desfez, estamos todos felizes.

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Matrix Revolutions



Uma puta experiência estética.
Por enquanto é só.


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Aquecimento Matrix

Para quem não entendeu o diálogo de Neo com o arquiteto, tá aqui ele transcrito

O Arquiteto - Olá, Neo.
Neo - Quem é você?
O Arquiteto - Eu sou o Arquiteto. Eu criei a Matrix. Eu estava à sua espera. Você tem muitas perguntas, e embora o processo tenha alterado sua consciência, você continua irrevogavelmente humano. Assim sendo, algumas de minhas respostas você entenderá, e outras não. Em consonância, ainda que sua primeira pergunta possa ser a mais pertinente, você pode ou não se dar conta
de que ela é também irrelevante.
Neo - Por que eu estou aqui?
O Arquiteto - Sua vida é a soma do saldo de uma equação desequilibrada inerente à programação da Matrix. Você é o desenlace de uma anomalia, que, a despeito de meus mais sinceros esforços, fui incapaz de eliminar daquela, caso conseguisse, seria uma harmonia de precisão matemática. Ainda que continue a ser uma tarefa árdua diligentemente evita-la, ela não é inesperada, e portanto não está além de qualquer controle. Fato este que o trouxe, inexoravelmente, aqui.
Neo - Você não respondeu à minha pergunta.
O Arquiteto - Exatamente. Interessante. Foi mais rápido do que os outros.
*As respostas dos outros Predestinados aparecem nos monitores: Outros? Que
outros? Quantos? Me responda!'*
O Arquiteto - A Matrix é mais velha do que você imagina. Eu prefiro contar a partir do surgimento de uma anomalia integral para a seguinte. Neste caso, esta é a sexta versão.
*De novo, as respostas dos outros Predestinados aparecem nos monitores:
Cinco versões? Três? Mentiram pra mim também! Isso é conversa fiada.*
Neo - Só há duas explicações possíveis: Ou ninguém me disse ou ninguém sabe.
O Arquiteto - Precisamente. Como, sem dúvida, você está percebendo, a anomalia é sistêmica, criando flutuações até mesmo nas equações mais simples.
* Mais uma vez, as respostas dos outros Predestinados aparecem nos
monitores: Você não pode me controlar! Vai se f*&%#! Eu vou te matar! Você não pode me obrigar a fazer nada!*
Neo - Escolha. O problema é a escolha.
*A cena corta para Trinity lutando com um agente e volta para a sala do
Arquiteto.*
O Arquiteto - A primeira Matrix que eu projetei era evidentemente perfeita, uma obra de arte, impecável, sublime. Um triunfo equiparado apenas ao seu fracasso monumental. A inevitabilidade de sua ruína é tão evidente para mim agora quanto é uma conseqüência da imperfeição inerente a todo ser humano. Assim sendo, eu a redesenhei com base na história de vocês para refletir com maior precisão as variações grotescas de sua natureza. Todavia, mais uma vez, eu fui frustrado pelo fracasso. Desde então, compreendi que a resposta me escapava, porque ela necessitava de uma mente inferior, ou talvez uma mente menos afeita aos parâmetros da perfeição. Portanto, a resposta foi encontrada, por acaso, por outrem, um programa intuitivo, inicialmente criado para investigar certos aspectos da psique humana. Se eu sou o pai da Matrix, ela sem dúvida seria a mãe.
Neo - A Oráculo!
O Arquiteto - Oh, por favor... Como eu dizia, ela se deparou por acaso com uma solução por meio da qual quase 99,9% de todas as cobaias aceitavam o programa, contanto que lhes fosse dada uma escolha, mesmo que só estivessem cientes dela em um nível quase inconsciente. Embora esta resposta funcionasse, ela era óbvia e fundamentalmente defeituosa, criando, assim, a anomalia sistêmica contraditória, a qual, sem vigilância, poderia ameaçar o próprio sistema. Por conseguinte, aqueles que recusavam o programa, ainda que uma minoria, se não vigiados, constituiriam uma probabilidade crescente de catástrofe.
Neo - Isso tem a ver com Zion.
O Arquiteto - Você está aqui, porque Zion está prestes a ser destruída. Cada um de seus habitantes será exterminado, sua inteira existência erradicada.
Neo - Papo furado!
* De novo, as respostas dos outros Neos aparecem nos monitores: Papo
furado!*
O Arquiteto - A negação é a mais previsível de todas as reações humanas. Todavia, não tenha dúvida, esta será a sexta vez que a destruiremos, e estamos nos tornando extremamente eficientes nesta tarefa.
*A cena corta para Trinity lutando com um agente e volta para a sala do
Arquiteto.*
O Arquiteto - A função do Predestinado agora é retornar à fonte, permitindo uma temporária disseminação do código que você carrega, reinserindo o programa principal. Em seguida, você receberá a incumbência de escolher 23 indivíduos - 16 mulheres e 7 homens - da Matrix a fim de reconstruir Zion. Em caso de discordância deste processo, o resultado será um crash de sistema cataclísmico, matando todos aqueles conectados com a Matrix, o que, somado ao extermínio de Zion, em última análise, acarretará a extinção da raça humana.
Neo - Você não deixará isso acontecer. Não pode. Vocês precisam dos seres humanos para sobreviver.
O Arquiteto - Há níveis de sobrevivência que estamos preparados para aceitar. Todavia, a questão relevante é se você está ou não apto para aceitar a responsabilidade pela morte de todos os seres humanos deste mundo.
*O Arquiteto pressiona um botão na caneta que segura e aparecem, nos
monitores, imagens de pessoas de toda a Matrix.*
O Arquiteto - É interessante ler suas reações. Seus cinco predecessores eram, por conta de seu projeto, baseados em uma mesma premissa, uma afirmação contingente responsável por criar um profundo vínculo com o resto de sua espécie, facilitando a função do Predestinado. Enquanto os outros experimentaram isto de maneira genérica, sua experiência é bem mais especial. Vis-à-vis, amor.
*Imagens da Trinity lutando com o agente que apareceu no sonho de Neo tomam
os monitores*
Neo - Trinity.
O Arquiteto - A propósito, ela entrou na Matrix para salvar sua vida ao custo da própria.
Neo - Não!
O Arquiteto - O que nos traz finalmente ao momento da verdade, em que a falha fundamental é definitivamente expressa e a anomalia revela ser tanto o começo quanto o fim. Há duas portas. A à sua direita leva para a fonte e a salvação de Zion. A à sua esquerda leva para a Matrix, para ela [Trinity] e o fim de sua espécie. Como você com muita propriedade manifestou, o problema é a escolha. No entanto, nós já sabemos o que você fará, não é mesmo? Já posso ver a reação em cadeia, os precursores químicos que sinalizam o raiar da emoção, projetados especificamente para sobrepujar a lógica e a razão. Uma emoção que já o cega para a verdade simples e óbvia: ela vai morrer e não há nada que você possa fazer para impedir.
*Neo caminha em direção à porta da esquerda.*
O Arquiteto - Humff. Esperança. Eis a quintessência do delírio humano, ao
mesmo tempo fonte de sua maior força e de sua maior fraqueza.
Neo - No seu lugar, eu torceria para que nós não nos encontremos de novo.
O Arquiteto - Nós não nos encontraremos.
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O Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas convida pesquisadores e interessados para a conferência Retorno da Estética, Retorno do Sublime, do professor Denilson Lopes, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília. Denilson Lopes é doutor e pesquisador do CNPq.

A conferência realizar-se-á no dia 05 de novembro de 2003, próxima quarta-feira, às 10 horas, na Faculdade de Comunicação/UFBA.

Informações através dos e-mails nicom@ufba.br ou itania@ufba.br ou através dos telefones (71)2636193 ou 2636182.

Pô, estética é legal, mas daí a competir com a estréia mundial de Matrix III...

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A Igreja de Nosso Senhor Elvis Presley

Caracterizar o Rock n'Roll como um movimento religioso pode parecer impróprio em uma primeira análise. Podemos definir uma Religião como uma crença no sobrenatural acrescida de um aparato técnico-ideológico-procedimental que legitima essa crença. Em cada uma de suas pequenas seitas, o culto ao Deus Rock reúne pessoas com um compromisso com um determinado conjunto de crenças, um estilo de vida com seu próprio sistema de moda, linguagem, e valores. Os acólitos do Rock n'Roll procuram nada além da transcendência, não importa como cada seita chame (diversão, esmero técnico, sentimento...)

Todo sábado a noite milhares de jovens se reúnem em templos de todo mundo para cultuar o Rock n'Roll. Os CDs trazem os textos sagrados a serem apreciados e discutidos, Woodstock foi o maior exemplo de cruzada e Menphis funciona como um tipo de Meca ou Jerusalém. Os nossos padres, bispos, arcebispos são nomeados pela proximidade que se encontram de Deus, mas também pelo discos de platina conquistados. A dança, tal como as drogas e o sexo em alguns casos, desempenham um papel vital na liturgia do Rock, porque alteram a mente de modo a conduzir a uma consciência enganosa do infinito. Esses são os sagrados sacramentos do Rock.

É bem verdade que as semelhanças entre a experiência da música e a religião é um assunto velho e gasto. Há muito tempo a psicanálise já salientava o papel da música em dissolver o indivíduo torná-lo uno com o universo, essa seria uma propriedade da música em geral. Entretanto se a experiência daqueles que assistem a um concerto de música erudita não difere da de um roqueiro, no Rock fica muito mais claro a existência de um culto, onde o que está em jogo não é apenas sua relação com a música, mas sim um estilo de vida. Somente o Rock poderia preencher o significado do termo religião.

Em meados da década de 50 os velhos profetas (Jerry Lee Lewis, Chuck Berry, Little Richards, Ritchie Vallens, Buddy Holly..) começaram a preparavam a terra para a vinda do Rei (como os iniciados o chamam) e seus apóstolos (John, Paul, George, Ringo, Jimi, Mick, Keith...) que consolidariam a religião que iria mudar todo o mundo. Até hoje nos preparamos para o dia do Juízo Final quando o Rei voltará a tocar entre nós e só os escolhidos ganharão ingressos para o show. E lembrem-se: Elvis não morreu, ele vive em cada solo de guitarra.

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Show da Comboio e da Lobo Guará quinta-feira passada:
Quem não foi não viu o Prof. Dr. Sr. Wilson dançando I Will Survive! Acreditem.
E isso não aconteceu na Nova Zelândia!
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