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Animapet 3. Aquecimento

Alguns textos sobre ficção científica retirados de um fanzine conceituado

Mundos possíveis
Joana Brandão



Mera ilusão acreditar que a ficção científica narra o futuro. Só o presente e o passado pode nos dizer algo sobre o futuro. Então, ela é uma narração sobre o presente que ironiza com ele e com nossas ilusões de realidade, reveste o real de irreal e afirma o potencial de efetivação de qualquer fantasia. Bradbury, Kadik escrevem sobre o possível. Mundos, homens, pesadelos e sonhos possíveis. Se, como diz Dufrenne, a arte é a efetivação de mundos possíveis, se a pintura realiza no sensível mundos em potencial na nossa realidade, a ficção é a descrição minuciosa desses mundos, sua construção enquanto realidade narrativa. E, assim como na pintura, apresenta um novo caminho à nossa percepção, ainda não concebido.
A Ficção Científica era considerada literatura para incultos, menor. Mas se grande maioria dos autores se baseou em dados científicos isto não diminui seu valor criativo, afinal é sempre a partir de uma referência de real que se constrói novos mundos. Assim é na arte: ela nunca surge do nada, nem do gênio criativo de um sujeito; nela mostra-se o mundo necessitando novos mundos, a própria realidade se recriando através dos sujeitos. Sujeitos, de todas as formas, pertencentes a esse mundo.
Se quando as navegações eram o horizonte de futuro de um povo elas eram o centro de sua literatura, por que não a ciência e o espanto diante das conseqüências de suas promessas, não ser o tema da literatura do nosso século? Estranho seria se não fosse. Que homens distantes de seu mundo seriam os da nossa civilização. Se não transformassemos a ciência em literatura, olharíamos para ela com olhos científicos, e estaríamos presos ao seu sonho racionalista. Antes olharmos com olhos poéticos: "a lógica passa a girar em redor de si mesma e acaba por morder a própria cauda - então irrompe a nova forma de conhecimento, o conhecimento trágico, que, mesmo para ser apenas suportado, precisa da arte como meio de proteção e remédio" (Nascimento da Tragédia, Nietzche). A ciência e as descobertas tecnológicas podem superar as expectativas, mas nunca a criatividade e a dimensão que o homem tem de si mesmo e dos limites da humanidade.


Gemsback: o primeiro dos profetas
Dan Fraga



Grande parte do imaginário pop do século XX vem da Ficção Cientifica. O desconhecido sempre vendeu bem. Em qualquer época, em qualquer cultura, encontramos narrativas que contam feitos sobre-humanos, intervenções de criaturas mágicas ou apenas acontecimentos insólitos. Toda mitologia é fundada em narrativas de fantasia. Entretanto existe uma diferença marcante entre a fantasia e a Ficção Cientifica, surgida como fenômeno de massa no século XX.
Se fala muito que a obra de Julio Verne e HG Wells demarca a fronteira entre a Ficção Científica a Fantasia e por isso se atribui, ora a um ora a outro, a paternidade do gênero. Não concordo. Não acho nenhum dos dois são “escritores de Ficção Científica”. Verne sempre se manteve como um autor de romances de aventura e Wells, um escritor de cunho político. Se alguns de seus livros influênciaram a primeira geração de escritores de Ficção Científica, não há nenhum pioneirismo nisso. Em Mary Shelley (Frankenstein), Francis Bacon (Nova Atlântida), Thomas Moore e Johann Kepler (Somnium) já temos a presença de muitos elementos que constituiram a moderna Ficção Científica - a exaltação do heroísmo, viagens insólitas e monstros criados pela tecnologia.
Entretanto, a Ficção Cientifica se afirma como gênero com o lançamento de Amazing Story de Hugo Gemsback, em 1926 . Em uma época em que o avanço científico e tecnológico suplantara a maioria das fantasias imaginadas, escritores passaram a explicar, com bases científicas, o universo de suas histórias. A Ficção Cientifica nasce do cruzamento entre a fantasia e o positivismo cientificista. E seu apego à ciência a diferencia dos demais gêneros literários.
Nas histórias de Gemsback proliferavam aventureiros que passavam a vida combatendo “tiranossauros de Fobos” ou “homens-topeira do planeta Zong” para salvar uma princesa com visual sadomasoquista. O herói, impecavelmente barbeado, hercúleo, loiro e, é claro, americano derrotava com um só dedo as legiões de homúnculos e pigmeus amarelos e verruguentos que lhe atravessavam o caminho. Mais tarde, seus contos e novelas seriam celebrizados nas telas de cinemas de todo o mundo.

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Cultura de massa demais dá nisso:




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Um texto velho. Não me responsabilizo por falhas, erros e posições inocentes.

Cibercultura

É preciso evitar uma visão tecnicista da cibercultura. Pensá-la como apenas o resultado do ação das novas tecnologias sobre a cultura é um erro. Não existe tal distanciamento, ou determinação, entre a esfera do social e a técnica. Cibercultura deve ser pensada como apenas um outro nome para designar a cultura contemporânea. A cibercultura designa essa cultura que se estabelece a partir da “sinergia entre a sociabilidade contemporânea e as novas tecnologias de base micro-eletrônica” (LEMOS 2002 p. 111. Não é assunto para filmes de ficção cientifica, é uma realidade que se desenrola diante dos nossos olhos, é um modo de viver que conta com computadores, redes telemáticas e todas essas coisas que fazem parte de nosso cotidiano. Nada mais nada menos.
Breton costuma dividir a história da informática em três fases: a cibernética, a grande informática e a micro-informática. Para ele é a partir terceira fase que podemos falar em surgimento da cibercultura. Somente após a transição de uma computação de uso militar e organizacional para seu uso sócio-dionisiaco, como um meio de comunicação e entretenimento, o computador teve um impacto social considerável. Entretanto outra grande transformação da computação que teve um impacto direto na cibercultura foi a instituição da Internet, que alguns classificam como quarta fase da informática. Seria nessa fase que a cibercultura se constituiria com seus traços mais nítidos na passagem de um PC (personal computer) para o CC (computador coletivo) e a criação de todo um novo espaço social, o ciberespaço.
O termo ciberespaço foi cunhado por Willian Gibson, em seu romance de ficção Neuromancer, para descrever um “alucinação consensual, realizada por milhões de operadores no mundo inteiro”(Gibson 1994). É importante lembrar que o ciberespaço tem, além de sua estrutura material, um caráter subjetivo e se trata de um novo espaço sociológico onde acontecem trocas simbólicas.
Outra característica importante é a possibilidade de comunicação que diversos aparelhos encontram atualmente. Dos grandes computadores que ocupavam grandes espaços e serviam a grandes empresas passamos para os microcomputadores e para os laptops, palms. Assim estamos cada vez mais imersos na rede, a imersão da rede nos objetos cotidianos nos faz ter um relacionamento cada vem mais natural com ela. Hoje em dia tudo está em rede, desde celulares até geladeiras. Lemos diz: “O ciberespaço é assim, uma metamáquina civilizacional de conexão generalizada”. É exatamente isso que condena os estudos em cibercultura ao desaparecimento, tal como a rede se dilui nos objetos cotidianos, o campo da cibercultura caminhará para ser englobado por outros campos, deixando de existir.

Os Hackers: Informática e Microinformática

É inegável a má fama que os Hackers têm hoje. Má fama essa que vêm mais da falta de conhecimento que por mérito do Hackers. É sabido que os Hackers atacam diversos sites, mas é interessante realizar uma diferenciação entre Hackers e Crackers. Os Hackers lutam pela liberdade e a normatização da rede, têm alguma ideologia, mesmo que esta seja dispersa e incipiente, na maioria das vezes. Muitas das conquistas da computação vêm do trabalho dos Hackers. Pode-se dizer até que eles são os verdadeiros responsáveis pelo nascimento e desenvolvimento da micro-informática. Desde os anos 70 muitas das descobertas no campo da microinformátia não provém da IBM ou da Pentium, mas de hackers que criaram o modem, Gnu-linux etc.
A invenção da interface gráfica pode ser atribuída ao trabalho dos. Seus princípios básicos foram desenvolvidos na década de 70 em um espirito de guerrilha com a grande informática. A Apple foi construída sobre essa dicotomia, ao tentar deslocar o uso institucionalizado do computador para transforma-lo em um objeto de uso pessoal, a Apple deu um grande salto no desenvolvimento de periféricos e interfaces mais agradáveis. Alguns anos depois, a Microsoft copiou a Apple em seu Windows.

Interatividade

Interatividade está na moda, modelos interativos chegam para suplantar uma comunicação emissor receptor, linear, desigual e perversa onde o emissor tem a onipotência da mensagem e ao receptor a passividade. Hoje em dia, entretanto, tende-se a pensar tudo como interativo, uma rede diversos pontos interligados formando uma malha de intermináveis conecções. Estamos sujeitos a constantes comunicações, todos são emissores e receptores, porém ativos, de um processo comunicativo interminável. Primeiro vou definir Interatividade.
Segundo André Lemos a interatividade se divide em:

Interatividade Social: Surge no século XIX, é o diálogo entre pessoas, face a face
Mecânico: Analógico, como trocar de canal em uma televisão
Eletrônico: Digital, onde uma ação acarreta uma reação complexa, onde se age sobre o conteúdo.

É importante lembrar que se pode atuar em mais de um tipo de interatividade de um só tempo. Ao entrar num chat, por exemplo, se pratica interatividade mecânica (com o teclado), eletrônica (com a rede) e social (com quem se estiver conversando).
Para Lippman, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), pode-se definir interatividade como uma “atividade mútua e simultânea da parte dos dois participantes, normalmente trabalhando em direção de um mesmo objetivo” . Mas ainda existe uma grande confusão entre sobre o conceito de interatividade. Para alguns, a verdadeira interatividade deveria dar total autonomia ao espectador, entretanto os sistemas trabalham com uma gama pré-determinada de escolhas, no videogame por exemplo. Não existiria, assim, verdadeira interatividade. André Lemos aposta na noção de graus de interatividade sendo o Big Brother pouco interativo em relação a um jogo de videogame, por exemplo.

E os Ciborgues, contam carneirinhos elétricos?

Onde termina o homem e começa a máquina? Temos a sombra do ciborgue dos dois lados da fronteira que separa o organismo da máquina. De um lado temos seres humanos que se tornam cada vez mais “artificiais”, temos vacinas, próteses e implantes, a evolução da nanotecnologia aponta novos caminhos a serem seguidos. Do outro lado temos seres artificiais que simulam características humanas, cada vez melhor. Os avanços da inteligência artificial contribuem para isso. Temos a mecanização do homem indo de encontro com a subjetivação da máquina.
O ciborgue e o ser humano descobrem-se, então, semelhantes, ou descobrem que as fronteiras entre ambos eram muito mais uma ficção do que poderiam imaginar. Afinal, vivemos em um mundo em que um coração artificial permanente é uma realidade bastante plausível, existem homens com chips implantados no corpo e até os gatos correm o risco de ter seu código genético alterado só para evitar que os donos sintam alergia ao pêlo.
O advento de práticas biotecnológicas trazem um certo desconforto ao homem, que não pode mais enumerar as propriedades corporais próprias ser humano. Qual a essência do homem? Temos um problema ontológico. Tais aspectos formam as bases da compreensão de um momento histórico no qual a forma como existimos muda qualitativamente, pois nos tornamos cada vez mais objetos tecnológicos, ou ciborgues.
Não pretendo dizer que o processo de artificialização da sociedade começou com as novas tecnologias. Deve-se superar essa dicotomia entre o natural o artificial, em nenhuma fase do processo evolutivo, o homem dependeu apenas de suas habilidades orgânicas. Desde que o homem fundou a sociedade, fez uso da técnica para modificar o mundo natural, a sociedade é, neste sentido, algo contra-natural. A técnica foi a primeira característica do homem. Começamos a caminhar para a sermos ciborgues quando começamos a ser homens.
Distinções que pareciam bastante claras em um momento passado ficam cada vez mais turvas. Diferente do golem, autômatos e outros seres artificiais, o ciborgue, como explorado em Donna Haraway, escapa à distinções tão comuns como humano/máquina ou natureza/cultura, difundidas em nosso pensamento, ao mesmo tempo em que nos ajuda a compreender um mundo onde tais distinções parecem fazer cada vez menos sentido. O ciborgue, segundo Haraway, não procura mais se enquadrar na sociedade. Ele modifica a própria sociedade.
Nesse contexto, o pensamento humanista teria que ser, logo de início, repensado, e ceder lugar a um outro pensamento que vê o mundo sem gênese e sem fim, onde os "indivíduos", os ciborgues não mais teriam o incomodo das fronteiras definidas, mas tomariam para si responsabilidade na sua construção, ou desconstrução.

Arte e as novas tecnologias

Com o aparecimento das novas tecnologias, houve um acréscimo de novos sistemas de produção de arte. Foram geradas novas poéticas, poéticas digitais, o que forçou uma flexibilização nos domínios do artístico. Não se pode pensar, porém, essa nova forma de arte como um puro reflexo das novas tecnologias no fazer artístico, se deve pensar, ao contrário, em um sinergia entre a arte e os novos meios eletrônicos.
Podemos dividir a relação da criação artística com seu modo de produção em três momentos históricos: uma época pré-industrial, a era industrial e o momento que nós vivemos, a época pós-industrial. No primeiro dele, a utilização de ferramentas manuais sugere uma fazer artístico artesanal, a obra de arte possuía um valor de culto, sua aura dependia de sua originalidade. Em um segundo período, prevaleceu a utilização dos novos meios tecnológicos na reprodução da arte. A fotografia e o cinema, formas de arte nascidas nessa época, têm a reprodução em sua essência . Esta é a época da reprodutibilidade técnica mencionada por Benjamins.
O que vivemos hoje é algo totalmente diferente. A utilização de sistemas eletrônicos na produção de formas artísticas traz a possibilidade da obra ser atualizada em infinitos lugares ao mesmo tempo. Passamos do culto ao original, ao exposto para chegar a um “valor de recriação” como posto por Mônica Tavares.
É evidente que a modificação no modo produtivo traz novas características à imagem eletrônica. Por ser organizada por meio de códigos binários, o produto artístico na era das novas tecnologias apresenta uma estrutura digital, diferente da estrutura analógica das demais obras de arte, a obra de arte de nossa era se caracteriza por uma pura imaterialidade, se compõe de informação, é virtual, podendo se atualizar em um imagem real. As novas formas de conservação e transmissão da imagem também merecem ser repensadas. Cada atualização da obra virtual não pode ser considerada uma cópia, essas imagens se mantêm a mesma não importa o lugar ou o tempo em que se apresentem.

Jornalismo online e o hipertexto

Acho que é facilmente notável que o jornalismo encontra-se em um estágio de reconfiguração em sua relação de produção, tratamento e disseminação da noticia ao incorporar recursos digitais as suas rotinas de trabalho. Não se pode pensar o jornalismo online como apenas um jornalismo na rede, mas levar em conta a influência das novas ferramentas de produção e divulgação no fazer jornalístico. O jornalismo on-line não é um novo jornalismo, mas uma reconfiguração do jornalismo na cibercultura. Dentro de algum tempo, não mais existirá o estudo do jornalismo on-line como algo separado do jornalismo.
O hipertexto emula tem um funcionamento muito parecido com o do cérebro humano, processa através de articulações não lineares, dotados de sentido próprio, e funciona através da estruturação de uma rede. A estrutura do hipertexto é composta de nós (lexias) conectados por ligações dinâmicas. Cada ponto da rede pode conter texto, gráficos, animação, vídeo, imagens ou programação. O funcionamento hipertextual é intrinco ao pensamento humano, o cérebro não se tornou hipertextual a partir do contato com as novas tecnologias, antes das novas tecnologias tínhamos outras formas de hipertextualidade, mesmo que reduzidas. Uma grande dificuldade para a humanidade é atingir a linearidade.
O hipertexto subverte fronteiras da linearidade da escrita, o que trás a necessidade da delimitação de um novo paradigma comunicacional. Algumas das características do hipertexto de Levy.

Princípio de metamorfose A rede está em permanente transformação em conhecimento.
Princípio de heterogeneidade Os conteúdos de cada ponto de uma rede são heterogêneos. Podem conter imagens, sons palavras, diversas sensações.
Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas O hipertexto se organiza de modo fractal, qualquer parte da rede compõe toda uma rede.
Princípio de exterioridade A rede não possui um motor interno. Seu crescimento depende de uma adição exterior de novos elementos.
Princípio de topologia Na rede tudo funciona por proximidade, por vizinhança. Qualquer ponto está imediatamente ao lado de qualquer outro.
Princípio de mobilidade dos centros A rede não um centro, na verdade possui permanentemente diversos centros móveis.

O que é o virtual ?

No seu uso mais banal, virtual seria o etéreo, a ausência da realidade, opondo, assim, o virtual e o real. O virtual é o real sem seu aspecto material. Essa concepção é por demais simplista. Pierre Levy acredita que se deve contrapor o virtual ao atual, sendo o real o resultado da ação do atual sobre o virtual. “Já o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual” (LEVY).
A atualização e a solução de uma possibilidade. A finalização uma das possibilidades de uma configuração para o plano da realidade, entre um conjunto predeterminado de escolhas. Produzindo, assim, novas possibilidades que alimentam o processo de virtualização. A virtualização, por outro lado, é o movimento inverso à atualização Passar do atual para o virtual, elevar a potência, possibilidade, configurar o futuro num conjunto de fatos possíveis, a serem atualizados.

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MAIS UM "PET" ....

pra competir com a gente!!!
Qual minha surpresa ao ver que o Sua Nota é um Show era uma realização do PET-BAHIA?
Fica difícil criar fama quando seu nome tb é nome de bichinhos de estimação, garrafas de plástico, programa de erradicação do trabalho infantil e agora, como já não bastasse, do PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TRIBUTÁRIA do governo do Estado....
Triste sina dos Josés, Marias e Pets do Brasil.....

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Bem que poderíamos ter feito essa piada

"baby eu te espero para o chat das cinco"

trecho de música de Zeca Baleiro - O hacker

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Transcendência

Você passou por mim ontem. Não me viu. Provavelmente. Mas eu estava lá. Não sorri pra você nem me movi. Mas estava te vendo muito bem. Tão bem que vi através de você e vi que você era realmente você. Ou melhor, Você. Não, não. Nunca te vi. Não do jeito que as outras pessoas vêem. Do jeito que até Você vê. Do jeito que se acostumaram a ver. Mas não quero começar com esse papo agora. Você não vai entender mesmo e não estou com a menor vontade de explicar. Mesmo pra você. Não que eu não queira. Mas como já disse... deixa prá lá! Estou começando a me repetir. Sempre faço isso quando estou excitado. Eu sei, não pareço excitado. Mas eu garanto, eu estou. De uma maneira que você não entenderia. Perdão, estou me repetindo novamente. Provavelmente se eu continuar falando vou voltar a me repetir como agora estou fazendo, repetindo pra você essa conversa de repetição. Não, não faça essa cara... As cordas são sim necessárias. Certamente sem elas você não estaria tão quietinha. Não, que se você esperneasse e até tentasse me bater e me mordesse fosse adiantar alguma coisa. Seria bom da mesma forma, mas é que assim dá muito menos trabalho. Eu disse que seria bom, mas só falei porque eu imagino que vá ser assim. Como eu sempre imaginei. Das outras vezes não foi bom. Não como eu espero que seja agora. As outras foram como um ensaio pra você. Você. Não, não digo isso pra todas. E eu garanto, meu bem, vou me esforçar para ser bom. Só não posso garantir que você vá gostar. Nunca dá pra saber. É claro meu bem! Doer é parte disso!Não, não faça essa cara...

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10 filmes de Ficção Científica a serem vistos


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5. 6. 7. 8.
9. 10.




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SETE VEZES DELIRIUM


by Jill Thompson

by Craig Thompson

by Greg Spalenka

by Art Adams

by Andy Lee

by Rebecca Woods

by Scott Mills


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